quinta-feira, 11 de agosto de 2016
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Terapia Ocupacional: Exercícios para evitar dores nas mãos e lesões nas articulações. (Video)
Lembrando a importância de um profissional habilitado para indicar e supervisionar os exercícios, já que o mesmo irá avaliar e traçar objetivos para cada patologia.
Reabilitação: Terapia Ocupacional, Vitima de esmagamento por Prensa.
HISTORICO
- Paciente relata ter sofrido acidente de trabalho: esmagamento por prensa.
- Teve fratura do metacarpo esquerdo (3°, 4° e 5°).
- Fratura exposta de falange médio 2° dedo.
- Quando chegou a terapia ocupacional apresentava:
- Diminuição de ADM; Diminuição de Força;
- Pele com presença de necrose.
DIAGNOSTICO
Reimplante do 2° dedo da mão esquerda.
IMOBILIZAÇÃO:
2 meses.
AVALIAÇÃO:
- Avaliação de sensibilidade com monofilamento;
- Apresentou sensibilidade no 5° dedo.
- Massagem cicatricial;
- CURSOS UTILIZADOS;
- Cinesioterapia à flexão e extensão de punho e dedos;Ganho de ADM;
- Movimentação passiva; Diminuição da dor
- Exercícios resistivos.
Massa densidade macia; Massageado; Power web;
Sugador (ventosa): aderência da
cicatriz.
Digiflex.
- Trabalhar com a massa de silicone (densidade média);
- Utilizar as bola de Thera band para diminuir a dor na adução da mão;
- Continuar exercícios de movimentação passiva e ativa:
- Exercícios no Power web;
- Exercícios de flexão e extensão de punho e dedo, para ganho de à AMPLITUDE DE MOVIMENTO;
- Massagear para aliviar a dor;
- Fazer uso do sugador (ventosa) + massagem cicatricial para tratar a cicatriz e evitar a aderência cicatricial.
- Paciente relata que apesar de suas limitações obtiveram melhoras significativa em relação as atividades de vida diária, sendo orientado a dar continuidade nos exercícios realizados na sessão em casa.
Apresentou
sensibilidade no 5° dedo.
Apresentou
sensibilidade no 5° dedo.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
A Terapia Ocupacional e a atuação nas lesões nervosas periféricas Reeducação Sensitiva
INTRODUÇÃO
Quando os nervos periféricos estão íntegros conseguimos realizar as mais diversas funções.
Os nervos periféricos são responsáveis por conduzir os impulsos elétricos que vão gerar contrações musculares voluntárias e por transmitir estímulos sensoriais provendo a capacidade funcional da mão.
REEDUCAÇÃO SENSITIVA
Trabalhamos não só com as mãos mas com pessoas que tem suas vidas, seus papeis sociais e ocupacionais e que o que mais queremos é recuperá-los.Autora: ( A: S. P. N.)
A INTERVENÇÃO DA TERAPIA OCUPACIONAL POR MEIO DE OFICINA TERAPÊUTICA PARA PACIENTES DEPRESSIVOS
Aline de Paula Barzotto Juliana Longhini Breschigliari* Marnie
Grulbert Gonzaga Maciel**
Resumo Nos últimos anos, a depressão vem se manifestando sem distinção de raça, sexo e idade, demonstrando ainda mais seus sintomas e aumentando a cada dia sua presença nos consultórios médicos. A pessoa acometida de depressão vem tomando consciência da necessidade de tratamento devido ao surgimento de informações e esclarecimentos de dúvidas sobre esta patologia na sociedade. Sintomas como a ansiedade, a tristeza e auto-estima rebaixada, são características da depressão, diferenciando-se da conduta básica do funcionamento humano, que é “sentir-se bem”. A depressão atinge a área física, a área mental e área social do indivíduo, necessitando assim, que sofra uma intervenção terapêutica ocupacional para a readaptação de sua vida o mais próxima do normal possível. Esta intervenção poderá realizar-se através de ofi cina terapêutica, trabalhando o indivíduo como um ser biopsicossocial, oportunizando-lhe recursos para que os sintomas depressivos regridam e o indivíduo se fi rme em sua personalidade, abordando uma visão mais ampla da Terapia Ocupacional e melhorando a qualidade de vida do paciente depressivo. Palavras-chave: 1. depressão, 2. terapia ocupacional, 3. ofi cina terapêutica.
Terapia ocupacional Na história da Terapia Ocupacional, os profissionais descreve- ram-na e definiram-na de várias maneiras, mas geralmente a definição aceita é: “Terapia Ocupacional é qualquer atividade, física ou mental, prescrita pelo médico e guiada profi ssionalmente para ajudar um paciente a recuperar uma lesão ou enfermidade” (MACNARY, 1947, p. 19). De acordo com a AOTA (American Occupational Therapy As- sociation), a defi nição oficial de Terapia Ocupacional é a seguinte: A Terapia Ocupacional é a arte e a ciência de dirigir a participação do homem em tarefas selecionadas para restaurar, fortalecer e melhorar o desempenho, facilitar a aprendizagem daquelas destrezas e funções essenciais para a adaptação e a produtividade, diminuir e corrigir patologias, promover e manter a saúde. Os terapeutas ocupacionais trabalham em instituições como hospitais, centros de reabilitação, creches, asilos, clínicas, entre outros, com o único objetivo de reabilitar o paciente, seja na área física, mental ou social. Na Terapia Ocupacional em depressão, o paciente é estimulado a criar aquelas aptidões e atitudes que lhe permitirão viver a vida de forma mais útil e satisfatoriamente possível.
A proposta da Terapia Ocupacional em oficinas terapêuticas é oferecer ao paciente a possibilidade de reencontrar sua capacidade de buscar a autonomia e desenvolvê-la, exercitando o pensamento por meio da construção livre de objetos, utilizando o método crítico-laborativo das relações humanas. Acredita-se que “o homem, em atividade, possa elucidar-se por meio dos objetos que percebe e fabrica” (VIANA, 1995, p. 83). De acordo com Fuzikawa (1995), da revista Gesto (Grupo de Estudos de Terapia Ocupacional), “o objeto concretizado na ofi cina de Terapia Ocupacional não se destina a outro fi m que não o de sua própria construção e da aquisição de consciência por aquele que o fabricou... produção do próprio homem.” C abe ao terapeuta ocupacional a tarefa de inserir as ofi cinas em instituiç ões de tratamento que se orientam para a questão da produção. É de grande importância produzir e fazer circular o produto elaborado, estimulan do a competitividade e a estruturação para uma ação organizada e outros tantos requisitos necessários e essenciais ao homem que produz. Nem todas as ofi cinas conduzem os trabalhos fi nais para a produção como no caso das ofi cinas de artesanato deste trabalho que utilizam atividades voltadas à sensibilidade, à criação, ao exercício e à responsabilidade. O espaço grupal facilita a retomada das relações sociais de uma forma pouco ameaçadora por ser mediada pela atividade e pelo terapeuta.
sábado, 6 de agosto de 2016
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Terapia Ocupacional na reabilitação de paciente com diagnóstico de Paralisia Amiotrofia Espinhal Progressiva (tipo II).
Objetivos:
Ampliar a comunicação nas relações in ter pessoais.
Expandir seu repertório do brincar.
Ampliar o seu fazer in dependente nas AVD'se.
Procedimentos
Realizar atividades de piquenique, que possa proporcionar desde a confecção de sua própria história como pintar e recortar.
Proposição de atividades que exploram a estimulação dos MMSS, para o desenvolvimento de habilidades motoras e melhora na escrita, bem como o cuidado na postura e posicionamento setado.
Proporcionar brincadeiras e estimular os pacientes a construir seus próprios brinquedos, assim por meio de brincadeiras e atividades, fazer com que a utilizem algumas das atividades basicas, como por exemplo escovar os dentes depois das refeições ou pentear o cabelo.
Ampliar a comunicação nas relações in ter pessoais.
Expandir seu repertório do brincar.
Ampliar o seu fazer in dependente nas AVD'se.
Procedimentos
Realizar atividades de piquenique, que possa proporcionar desde a confecção de sua própria história como pintar e recortar.
Proposição de atividades que exploram a estimulação dos MMSS, para o desenvolvimento de habilidades motoras e melhora na escrita, bem como o cuidado na postura e posicionamento setado.
Proporcionar brincadeiras e estimular os pacientes a construir seus próprios brinquedos, assim por meio de brincadeiras e atividades, fazer com que a utilizem algumas das atividades basicas, como por exemplo escovar os dentes depois das refeições ou pentear o cabelo.
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